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O mundo precisa de pessoas que façam o bem, pelo próprio bem, mesmo que não haja reconhecimento e recompensas. O ser humano tem uma tendência a avaliar e julgar pelas aparências e muitas vezes não percebe os grandes benfeitores que evitam o mal, sem que ninguém perceba. Mesmo que não haja reconhecimento, mesmo que ninguém valorize e até mesmo trate com desdem, é preciso continuar a fazer o bem.

O Professor e Palestrante Menegatti, contou uma história que ilustra esta realidade. Diz ele que uma família de cinco pessoas estava passeando um dia na praia. As crianças estavam tomando banho de mar e fazendo castelos na areia, quando, ao longe, apareceu uma velhinha.

Seu cabelo grisalho esvoaçava ao vento e suas roupas eram sujas e esfarrapadas. Resmungava qualquer coisa, enquanto apanhava coisas da praia e as colocava em um saco.

Os pais chamaram as crianças e lhes disseram para ficar longe da velha. Quando esta passou, curvando-se de vez em quando para apanhar coisas, sorriu para a família, mas seu cumprimento não foi correspondido.

Muitas semanas mais tarde, souberam que a velhinha dedicara a vida à cruzada de apanhar caquinhos de vidro da praia para que as crianças não cortassem os pés.

O bem que você faz em segredo e sem reconhecimento, evita o mal em público e sempre terá o seu valor. Seja sempre um agente do bem para um mundo carente de bondade e ACORDA PARA A VIDA.