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A modernidade dos novos tempos tem desenvolvido uma nova geração que se não desafiada corre o risco de desenvolver-se sem criatividade e sem a capacidade de resolver seus desafios, por imaginar que tudo vem pronto e sem esforço.

Graças principalmente a televisão, hoje as crianças têm mais informação sobre coisas e lugares, mas menos experiência concreta. Na verdade conhecem mais e compreendem menos. O contato direto que, no passado a criança tinha com a agricultura, por exemplo, ensinava-lhe que a vida é um processo com começo, meio e fim. Em virtude de sua rápida sucessão de imagens, a televisão destrói esse senso de processo e dá ilusão de que as coisas apenas acontecem.

Raramente a criança tem a oportunidade de descobrir de onde vem as coisas que utiliza, e muito menos como são feitas. “O refrigerante vem em latas; a pipoca em pacote que se leva ao microondas”. A criança não tem como avaliar o tempo e o trabalho gastos nas lavouras e na criação das vacas que dão o leite que ela bebe.

Não é difícil imaginar que as crianças que moram na roça são ótimas em resolver problemas, porque estão acostumadas a observar os pais improvisando quando algo dá errado. Se um boi de uma tonelada teima em não entrar no caminhão, eles não vão chamar um especialista em movimentação de bois, mas procuram um jeito de resolver o problema eles mesmos.

O que aprendemos com isso? Nossa experiência de criatividade na infância é responsável por muito do que fazemos na idade adulta. Então, a primeira exigência para tornarmos adultos criativos é enriquecer as novas gerações de crianças de muita, muita experiência.

Para desenvolver crianças mais criativas, por favor menos televisão e desenhos animados e mais ações e realidade, dê as novas gerações a habilidade de desenvolver a criatividade e ACORDA PARA A VIDA!